quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Coração cativo



Vivo aqui escondido
Num buraco escavado na lama
A espreitar pelas grades do postigo
A ilusão que ao longe me chama

Vivo aqui esquecido
Nesta tumba de solidão
À espera que o sonho arrefecido
Me liberte da tua recordação


poema escrito em 2008-04-05
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