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domingo, 26 de setembro de 2010
Espíritos mortos
Abrem-se os túmulos
e de suas profundezas seladas
rasgando as mortalhas
emergem os espíritos mortos
Furtando-se à vaga escuridão
dos eternos sonhos errantes
voltam do silêncio do sepulcro
e sem lugar onde repousar
vagueiam de candeias acesas
na noite parda da nossa memória
poema escrito em 1988-03-15
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